Apetece-me um chocolate. E um chá.
Apetece-me um chá de chocolate.
Se não houver, pego em grãos de cacau e coloco-os em água a ferver!
Ando meia coisa...
É um acumular de merdas que estão a acontecer rápido demais e não me permitem recuperar de umas para outras.
O balde enche-se e esborda, enche e esborda, a uma velocidade de tal forma alucinante que parece que está sempre a transbordar.
Preciso de viajar. De partir para outro sítio qualquer, longe daqui, longe de tudo, longe de todos.
Preciso de me encontrar, preciso da minha liberdade!
Sinto-me presa. Sinto-me numa jaula.
A liberdade que tanto estimava, que tanto dava valor. Parece que me escapa por entre os dedos como água.
Quero dormir e ao mesmo tempo não quero adormecer. Quando abrir os olhos, continua tudo igual.
Nada muda.
Parece que o dia de hoje foi igual ao de ontem e será igual ao de amanhã.
Não sei, parece-me tudo tão monótono.
Estou a começar a perder o interesse pelas coisas que mais prazer me davam.
Estou a começar a ficar depressiva. Inconscientemente, ando à procura de algo que me estimule, que me excite, mesmo que me seja prejudicial.
Procuro distrair-me, espairecer, aliviar, relaxar, mas nada parece resultar.
E o esforço para parecer bem, para parecer feliz, para parecer que nada se passa, para parecer que não estou aos gritos de agonia é tão grande que me exausta.
Apetece-me chorar, mas não tenho lágrimas.
Já secaram.
Pelo menos continuo a sorrir.
Ainda que o sorriso seja triste e vazio...
Apetece-me um chá de chocolate.
Se não houver, pego em grãos de cacau e coloco-os em água a ferver!
Ando meia coisa...
É um acumular de merdas que estão a acontecer rápido demais e não me permitem recuperar de umas para outras.
O balde enche-se e esborda, enche e esborda, a uma velocidade de tal forma alucinante que parece que está sempre a transbordar.
Preciso de viajar. De partir para outro sítio qualquer, longe daqui, longe de tudo, longe de todos.
Preciso de me encontrar, preciso da minha liberdade!
Sinto-me presa. Sinto-me numa jaula.
A liberdade que tanto estimava, que tanto dava valor. Parece que me escapa por entre os dedos como água.
Quero dormir e ao mesmo tempo não quero adormecer. Quando abrir os olhos, continua tudo igual.
Nada muda.
Parece que o dia de hoje foi igual ao de ontem e será igual ao de amanhã.
Não sei, parece-me tudo tão monótono.
Estou a começar a perder o interesse pelas coisas que mais prazer me davam.
Estou a começar a ficar depressiva. Inconscientemente, ando à procura de algo que me estimule, que me excite, mesmo que me seja prejudicial.
Procuro distrair-me, espairecer, aliviar, relaxar, mas nada parece resultar.
E o esforço para parecer bem, para parecer feliz, para parecer que nada se passa, para parecer que não estou aos gritos de agonia é tão grande que me exausta.
Apetece-me chorar, mas não tenho lágrimas.
Já secaram.
Pelo menos continuo a sorrir.
Ainda que o sorriso seja triste e vazio...

