Ode aos 1500 metros
Não há prova que a supere
Em angústia e desespero.
Ao ver os putos a nadar,
Meu Deus, que degredo!
Criancinhas de 10 e 11 anos,
Que mais parecem pigmeus,
Com medo de saltar para a água,
Coitadinhos, os atletas meus!
Nadam depressa os primeiros metros
Depois, o cansaço começa a pesar.
Algúem que lhe atire uma bóia
Que eles vão-se afogar!
Poucos alcançam a meta vivos
Esperando não terem sido desclassificados.
Com árbitros assim rigorosos,
Não podem aldrabar um bocado.
Aspiram ser como os mais velhos
Que se pavoneiam na piscina
Mostrando os seus belos abdominais
E exibindo-se para as meninas.
Que realizam a prova em metade do tempo
Batendo com força aqueles membros
Encharcando tudo em redor
Que raiva que metem aqueles trengos!
Enquanto que não alcançam essa posição,
Muitos metros vão ter que percorrer
Treinando e nadando que nem um cão
Saindo dos treinos a desfalecer.
Cantando músicas enquanto nadam
Seguindo e espiando a pista ao lado
Ansiosos por ouvir a sineta
Indicando que está quase tudo acabado.
Acabam tão estafados
Quem nem conseguem nadar mais um metro
Só esperam ter melhorado o tempo,
Ou teram que treinar que nem um préto.
Os árbitros viram as placas
E os tempos vão tirando
Arranjando maneiras de passar o tempo
Escrevendo ou desenhando.
Olhando constantemente para o relógio
Suspirando e fazendo caretas
Que comecem as provas de mariposa,
Bruços, costas ou as estafetas!
Essas não demoram tando tempo
Ao passo que esta é 20 minutos
Nadam mais depressa ou desistam,
Raios partam os lentos dos putos!
Já me encontro a suar em bica
Porra para a piscina que é tão quente!
Aleluia! Chegou o último atleta
Vamos embora minha gente!
Em angústia e desespero.
Ao ver os putos a nadar,
Meu Deus, que degredo!
Criancinhas de 10 e 11 anos,
Que mais parecem pigmeus,
Com medo de saltar para a água,
Coitadinhos, os atletas meus!
Nadam depressa os primeiros metros
Depois, o cansaço começa a pesar.
Algúem que lhe atire uma bóia
Que eles vão-se afogar!
Poucos alcançam a meta vivos
Esperando não terem sido desclassificados.
Com árbitros assim rigorosos,
Não podem aldrabar um bocado.
Aspiram ser como os mais velhos
Que se pavoneiam na piscina
Mostrando os seus belos abdominais
E exibindo-se para as meninas.
Que realizam a prova em metade do tempo
Batendo com força aqueles membros
Encharcando tudo em redor
Que raiva que metem aqueles trengos!
Enquanto que não alcançam essa posição,
Muitos metros vão ter que percorrer
Treinando e nadando que nem um cão
Saindo dos treinos a desfalecer.
Cantando músicas enquanto nadam
Seguindo e espiando a pista ao lado
Ansiosos por ouvir a sineta
Indicando que está quase tudo acabado.
Acabam tão estafados
Quem nem conseguem nadar mais um metro
Só esperam ter melhorado o tempo,
Ou teram que treinar que nem um préto.
Os árbitros viram as placas
E os tempos vão tirando
Arranjando maneiras de passar o tempo
Escrevendo ou desenhando.
Olhando constantemente para o relógio
Suspirando e fazendo caretas
Que comecem as provas de mariposa,
Bruços, costas ou as estafetas!
Essas não demoram tando tempo
Ao passo que esta é 20 minutos
Nadam mais depressa ou desistam,
Raios partam os lentos dos putos!
Já me encontro a suar em bica
Porra para a piscina que é tão quente!
Aleluia! Chegou o último atleta
Vamos embora minha gente!
Isto é o que se faz enquanto se arbitram provas de 800 e 1500 metros a nadadores de 10, 11 e 12 anos. Uns rebentozinhos... lentos, lentos, lentos...

