Cronómetro dourado
No fim de semana passado, estive a arbitrar umas provas de natação em Braga (sou Juiz de Terceira) e deparei-me com um acontecimento engraçado: um pai de uma atleta, que lá achou que na bancada via melhor do que o árbitro que lhe desclassificou a filha, no final queria falar com o dito árbitro e expor o seu ponto de vista (sempre é melhor do que fazer uma reclamação, tendo em conta que na nataçao, uma reclamação só pode ser feita por escrito, entregue ao Juiz Árbitro e com um depósito no valor de 100 francos suiços ou equivalente). O pai, lá pensou que aquilo era como no futebol, em que se pode mandar vir com os árbitros e atirar cadeiras a estes (por acaso, isto até se pode... ou então atira-se o pai para a piscina para ajudar o filho a ganhar (e isto é verdade!)).
É que esta gente não se apercebe que nas bancadas não se vê tão bem. Não se vê se o atleta, na viragem, toca na parede alternadamente ou simultanemente, se toca na parede com uma ou duas mãos, ou se chega a tocar na parede!
É ridículo!
Daqui a pouco temos o caso do cronómetro dourado, com casos de subornos em dinheiro ou em meninas ou assim... Se bem que é um pouco dificil fazer isto... Se quisermos subornar um árbitro para não desclassificar um atleta, temos que subornar o Juiz de Viragens correspondente à pista do atleta (e as posições dos árbitros só se sabe no dia da prova e não são iguais para os dias de provas restantes, se houver), o Cronometrista correspondente à pista, o Juiz de Partidas (caso o atleta faça falsa partida), o Juiz de Chegada, O Juiz Árbitro e os Juizes de estilos (aproximadamente 4).
É muito dinheiro e muita menina....
Ah, e o episódio do pai que se atirou para a piscina foi o seguinte: no ano passado, ou à dois anos, não sei bem, nos Torneios Zonais de Piscina Curta de Infantis, estava a decorrer uma prova e o pai de um dos atletas que estava a nadar, ao ver o filho em segundo, atira-se da bancada para a piscina e agarra no pé do que ia em primeiro!
Mas que raio lhe passou pela cabeça? Será que pensava mesmo que assim estava a AJUDAR o filho?
É que esta gente não se apercebe que nas bancadas não se vê tão bem. Não se vê se o atleta, na viragem, toca na parede alternadamente ou simultanemente, se toca na parede com uma ou duas mãos, ou se chega a tocar na parede!
É ridículo!
Daqui a pouco temos o caso do cronómetro dourado, com casos de subornos em dinheiro ou em meninas ou assim... Se bem que é um pouco dificil fazer isto... Se quisermos subornar um árbitro para não desclassificar um atleta, temos que subornar o Juiz de Viragens correspondente à pista do atleta (e as posições dos árbitros só se sabe no dia da prova e não são iguais para os dias de provas restantes, se houver), o Cronometrista correspondente à pista, o Juiz de Partidas (caso o atleta faça falsa partida), o Juiz de Chegada, O Juiz Árbitro e os Juizes de estilos (aproximadamente 4).
É muito dinheiro e muita menina....
Ah, e o episódio do pai que se atirou para a piscina foi o seguinte: no ano passado, ou à dois anos, não sei bem, nos Torneios Zonais de Piscina Curta de Infantis, estava a decorrer uma prova e o pai de um dos atletas que estava a nadar, ao ver o filho em segundo, atira-se da bancada para a piscina e agarra no pé do que ia em primeiro!
Mas que raio lhe passou pela cabeça? Será que pensava mesmo que assim estava a AJUDAR o filho?

